Sistemas de Energia
Sistemas de Energia


Veja a diferença entre sistema de energia aeróbio e anaeróbio
A energia para a contração do músculo é derivada diretamente da quebra de adenosina trifosfato através da enzima miosina ATP(Adenosina tri-fosfato). Quando ativada essa enzima, o grupo fosfato (fosfato inorgânico [Pi]) de alta energia é dividido, gerando a quebra da molécula de ATP. Desse modo ocorre a liberação de energia necessária para dirigir as contrações musculares (7,6 kcal/molécula de ATP).

Se a força e a frequência da contração aumenta, o índice de quebra do ATP aumenta. Durante a contração do músculo é importante que a concentração de ATP no músculo não diminua em quantidade substancial, porque isso poderá diminuir o valor da energia livre, mudando e inibindo mais tarde a contração muscular.

A concentração de ATP livre no músculo é, entretanto, bastante limitado e suficiente para a contração máxima de apenas 2-3 segundos de duração. Para manter a concentração de ATP durante a contração, o músculo conta com ambos os processos metabólicos - aeróbio e anaeróbio. A proporção de energia fornecida por esses processos está intensamente relatada. A alta intensidade da contração tem grande dependência da produção de energia anaeróbia. Ao contrário, a baixa intensidade da contração tem grande dependência da produção de energia aeróbia.

1a)Metabolismo anaeróbio imediato (sistema ATP-PCr)
1b) Metabolismo anaeróbio médio prazo (sistema glicolítico)
2a) Metabolismo aeróbio longo prazo (sistema oxidativo)
Fonte: Interative Physiology

Sistema de Energia Anaeróbia

O rápido e imediato reabastecimento de ATP durante a contração do músculo é suportado pelo colapso do fosfato de alta energia composto de fosfocreatina (PC). Devido a ambos, ATP e PC serem compostos de fosfato de alta energia, eles são 
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